O que mudou das propostas presidenciais dos EUA: 2008 vs 2024

Uma campanha presidencial conta uma história sobre o país que seus candidatos imaginam. Em 2008, Barack Obama e John McCain falavam a um eleitorado sacudido por uma crise financeira, por duas guerras ainda abertas e por um consenso recente, meio cansado, sobre globalização. Em 2024, Joe Biden e Donald Trump falavam a um país pós-pandemia, com inflação recente na memória, cadeias de suprimento reorganizadas, IA despontando, um cenário geopolítico remodelado pela guerra na Ucrânia e pela competição com a China, e um debate cultural muito mais polarizado. O eixo das propostas mudou de lugar.

Para navegar bem por essa comparação, vale olhar onde estavam os focos em 2008 e onde estavam em 2024, tópico por tópico. Depois, amarramos as diferenças de fundo: como o papel do Estado foi redesenhado, como a economia mudou de “ajuste de mercado” para “política industrial ativa”, como clima e energia trocaram de posição no tabuleiro, e por que temas culturais saíram do rodapé e viraram manchete.


Panorama de 30.000 pés

2008 (Obama vs. McCain)

  • Economia: resposta à crise; estímulos rápidos; salvamento do sistema; promessa de regras mais firmes e alívio à classe média. Propostas democratas destacavam investimentos em infraestrutura, educação e ciência e um compromisso declarado de cobertura de saúde acessível para todos (o embrião do que viraria o ACA).

  • Clima & energia: transição por cap-and-trade, eficiência e renováveis; menos sobre “segurança de oferta” e mais sobre reduzir emissões em moldes de mercado.

  • Política externa: guinada do Iraque/Afeganistão para “restaurar liderança via diplomacia”; ainda sob a sombra da “guerra ao terror”.

  • Impostos & social: aliviar classe média sem “explodir” o déficit, reforçar seguridade e acesso a oportunidades.

2024 (Biden vs. Trump)

  • Economia:bottom up, middle out”: governo como indutor ativo (infra, semicondutores, energia limpa), com reversão do “trickle-down”, impostos mais altos para bilionários e multinacionais, e defesa do ACA. Plataforma democrata de 2024 exalta política industrial e redução de custos para famílias.

  • Clima & energia: Democratas defendem expansão de energia limpa e manutenção dos marcos recentes; Trump propôs o conjunto “Agenda47”, com reversão de regulações climáticas, “domínio energético” fóssil e ampliação de poderes executivos, alinhado a um discurso de retomada do petróleo e gás.

  • Política externa & segurança: Ucrânia/OTAN, competição com China, Israel-Gaza; Trump fala em “limpar o establishment de política externa”, reavaliar arranjos multilaterais e usar o Executivo com amplitude; democratas insistem em alianças e diplomacia tradicionais.

  • Cultura & instituições: 2024 ficou marcado por disputas sobre imigração, gênero, aborto, educação e o alcance do poder presidencial. Propostas ligadas à Agenda47 e debates em torno do Project 2025 acentuaram a ênfase conservadora em remodelar agências e políticas sociais; democratas enfatizaram proteção a direitos civis e LGBTQ+, e saúde reprodutiva.


Uma mesa de comparação rápida

Tema 2008 – prioridades de campanha 2024 – prioridades de campanha
Diagnóstico econômico Socorro à economia em crise, estímulo e proteção à classe média; regulação financeira mais rígida. Reindustrialização, política industrial ativa, “reshoring”, cadeias seguras; Democratas falam em tributar topo e investir; Trump fala em energia barata e desregulação para “crescimento rápido”.
Saúde “Cobertura acessível para todos” como meta estratégica; semente do ACA. Defesa e expansão do ACA (Dem); revisão de regulações e custos por oferta privada e competição (Trumpismo); embates culturais sobre saúde reprodutiva e cuidados de gênero.
Clima & energia Cap-and-trade, eficiência e renováveis; linguagem de consenso científico e liderança global. Divergência forte: Democratas apoiam transição limpa e subsídios estratégicos; Trump prioriza “domínio energético” fóssil e desfaz regulações climáticas.
Política externa Reduzir envolvimento militar no Oriente Médio, reconstruir credibilidade via diplomacia. Competição sistêmica com China; guerra na Ucrânia; OTAN; promessa trumpista de “redefinir o establishment” e “resolver conflitos rapidamente”.
Poder do Executivo & burocracia Foco em governança “eficiente”, sem reengenharia agressiva do Estado. Agenda47 fala em expandir o raio de ação presidencial (ex.: ressuscitar “Schedule F”, reorganizar agências), enquanto democratas defendem instituições e normas.
Cultura & direitos Menor centralidade eleitoral; foco em economia e guerras. Centralidade máxima: aborto, gênero, currículo escolar, imigração, liberdade de expressão, redes sociais.

Economia: do “resgate” à política industrial

Em 2008, o texto democrata prometia alívio imediato (rebate de energia para famílias, apoio a estados e municípios, investimentos em infraestrutura) e uma arquitetura de longo prazo para produtividad, ciência, educação, saúde. O tom era de socorro e reconstrução após a bolha imobiliária e a implosão do crédito.

Em 2024, a conversa já era outra. Democratas defendiam “crescimento de baixo para cima e do meio para fora”, celebrando empregos, reindustrialização e grandes pacotes de investimento, com crítica explícita ao “trickle-down”. Também propunham aumentar impostos para grandes fortunas e grandes empresas, e reduzir custos (remédios, saúde, cuidados infantis, moradia). A plataforma de 2024 registra esse giro, com ênfase em investimento público coordenado e metas industriais.

Do outro lado, Trump recolocou o custo de energia e a desregulação como motor de crescimento. Sua Agenda47 promete “energia dominante” e, de forma ampla, reduzir regras que, na visão da campanha, travam produção e investimentos. Há também a proposta de ampliar o poder do Executivo para conduzir mudanças rápidas.

Em poucas palavras: 2008 discutia como “tirar o paciente da UTI” e colocar a economia para andar; 2024 discute “como escolher o novo esqueleto produtivo do país”,quem faz chips, onde se fixa a indústria, quem capta os subsídios e quem paga a conta.


Saúde: do “como criar” o ACA ao “como manter/alterar” o sistema

O texto democrata de 2008 falava em cobertura acessível para todos e listava princípios que desembocariam no Affordable Care Act dois anos depois: reduzir discriminações por preexistências, foco em prevenção, competição e qualidade. Era a construção de um pilar novo na seguridade americana

Em 2024, democratas defendiam manter e expandir esse arcabouço; já o campo trumpista enfatizava reduzir custos via oferta, competição e menos regulações e colocava a pauta de saúde dentro de um pacote cultural mais amplo (saúde reprodutiva, cuidados de gênero, políticas de educação sexual e esportes escolares).


Clima e energia: quando a palavra-chave muda de “mercado de carbono” para “preço na bomba”

Em 2008, democratas escreviam sobre cap-and-trade, eficiência e liderança climática. O clima aparecia como “tema econômico do século 21”, mas com linguagem de consenso e de instrumentos de mercado.

Em 2024, a divisão é frontal. A plataforma democrata projeta expansão de energia limpa e política industrial verde; a Agenda47 de Trump propõe reverter regulações climáticas, priorizar petróleo e gás, e baratear energia para reposicionar a indústria( uma mudança de ênfase que desloca o debate climático para o terreno do custo de vida e da segurança energética).


Política externa: do pós-Iraque ao “mundo de blocos”

Em 2008, a narrativa democrata prometia redução do envolvimento militar e reconstrução de credibilidade por meio de diplomacia e alianças; uma correção de rota do pós-2001.

Em 2024, o mapa mudou:

  • Ucrânia e a OTAN voltaram ao centro;

  • China aparece como competidor estratégico com implicações tecnológicas e industriais;

  • Oriente Médio retorna ao topo da agenda.
    Democratas frisam alianças tradicionais; Trump fala em “limpar” o establishment de segurança, rever propósitos e usar o Executivo com mais liberdade, inclusive com promessas de “resolver” conflitos rapidamente.


Poder presidencial, burocracia e “Estado administrativo”

Esse é talvez o contraste mais novo. Em 2008, a disputa não girava em torno de reengenharia do Estado; havia críticas a “governo ineficiente”, mas não um plano de reclassificar servidores em massa ou de recentralizar poder na Casa Branca.

Em 2024, a Agenda47 leva para o centro a ideia de expandir o alcance do Executivo: ressuscitar a Schedule F (facilitando demissões no serviço civil), reorganizar e deslocar postos federais, impor novas regras a agências e, em vários vídeos, redesenhar prioridades em educação, segurança e imigração por ordens presidenciais. O debate público também tocou o Project 2025 (Heritage), um “manual de transição” conservador abrangente, que Trump negou oficialmente adotar, embora haja sobreposições programáticas discutidas pela imprensa e por organizações civis. Logo em seguida, Trump revela o que é a big beautiful bill, que em 2025 acabou sendo aprovado nas casas.

Em bom português: 2008 discutia “o que o governo deve fazer”; 2024 discute, além disso, “quem manda no governo” e “como mandar”.


Cultura, costumes e escola: do rodapé ao título

Em 2008, temas como aborto, identidade de gênero e currículo escolar tinham menos peso eleitoral. O país estava concentrado em empregos, casas, bancos, guerras.

Em 2024, essas pautas viraram liturgia central. A plataforma democrata fala em proteger direitos civis e liberdades, enquanto a Agenda47 detalha restrições a políticas de gênero financiadas por verbas federais, revisões em critérios de título IX, mudanças em padrões educacionais e reforço de lei e ordem em grandes cidades. A disputa sobre aborto também aparece de forma recorrente, assim como imigração e fronteiras.


O fio que costura as duas épocas

  1. Papel do Estado
    Em 2008, o Estado entra para salvar e reformar. Em 2024, ele escolhe setores vencedores (chips, baterias, infraestrutura) e tenta remodelar incentivos industriais. Democratas descrevem isso explicitamente em sua plataforma de 2024; o trumpismo responde priorizando desregulação e energia fóssil barata, além de concentrar alavancas no Executivo.

  2. Globalização → “segurança econômica”
    Se 2008 ainda respirava o ar da integração global, 2024 fala de cadeias seguras, friend-shoring, tarifas e controles tecnológicos. A retórica industrial volta com força; a palavra “OTAN” volta a disputar espaço com “OMC”.

  3. Clima mudando de lugar
    Sai o foco em mecanismos “limpos” de mercado; entra a disputa entre transição verde subvencionada e combustíveis fósseis como alívio de custo e âncora de crescimento.

  4. Instituições
    2008 não discutia “Schedule F”. Em 2024, a conversa pública inclui planos para reorganizar o funcionalismo e recentralizar poder, tema que pode redefinir relações entre Executivo, Congresso e Judiciário.


Exemplos concretos (com referências)

  • 2008; Plataforma Democrata: prometia alívio imediato (rebate de energia, socorro a estados), investimentos e saúde acessível para todos, caminho que desembocaria no ACA.

  • 2008 : Plataforma Republicana: linguagem de princípios duradouros, autossuficiência, desconfiança da interferência do governo e regra de lei; foco em segurança e patriotismo.

  • 2024: Plataforma Democrata:crescimento do meio para fora”, investir na América, contra o trickle-down, defesa do ACA e ênfase em diplomacia e alianças.

  • 2024: Agenda47 (Trump): “domínio energético”, reversões climáticas, uso ampliado de ordens executivas, reorganização do “deep state”, políticas de lei e ordem e propostas agressivas em educação e costumes.


Em resumo, o que realmente mudou

  • Do resgate ao desenho de futuro: 2008 era sobre estabilizar; 2024 é sobre redesenhar o mapa produtivo.

  • Do cap-and-trade à bomba de gasolina: o clima saiu do jargão técnico e entrou na conta de luz e no preço do galão, e aí as coalizões se reorganizaram.

  • Da tecnocracia à disputa sobre poder: não é só “o que” fazer; é “quem decide” e “com quais ferramentas”.

  • Do rodapé ao título: cultura e costumes deixaram de ser anexos e passaram a ser centro narrativo das campanhas.

Se você tiver em mente apenas uma linha: “2008 foi o ano de apagar incêndios e prometer um sistema melhor; 2024 foi o ano de disputar qual país será construído, sua indústria, sua energia, suas alianças e quem controla a máquina para fazer isso.”

Mercados brasileiros e americanos, apostas e investimentos em cima da política

Períodos eleitorais são propícios para investidores realizarem suas apostas a respeito de quem irá vencer uma eleição. Esse tipo de aposta não necessariamente está relacionado com uma aposta direta em um candidato, e sim no impacto que esse candidato irá ter no mercado.

Geralmente candidatos democratas, vistos no Brasil como candidatos de esquerda, movimentam o mercado para baixo, pois o preço das ações cai quando políticos que defendem um aumento do estado assumem o poder. Por outro lado, quando o político elegido é pró-mercado, o preço das ações sofre impacto positivo, pois os investidores acreditam que as políticas de juros e inventivos fiscais para a economia como um todo irão aquecer o mercado. Nesse caso, o mais indicado é alocar investimentos em renda variável para aproveitar essa subida nos preços. Em momentos de governo democrata não republicano, aplicar em renda fixa, com títulos emitidos pelo governo ou em fundos lastreados por indicadores bancários é uma boa opção.

Para quem quer aplicar dinheiro em bolsas de apostas no exterior, o mais recomendado é utilizar Neteller como meio de pagamento. Por exemplo, quem reside no Brasil pode utilizar Neteller Brasil e com isso está apto para fazer depósitos em exchanges, casas de apostas e até mesmo corretoras internacionais que aceitam esse meio de pagamento. O Neteller também possui um cartão chamado Net+, que você pode utilizar para realizar compras no exterior. As tarifas do Neteller são baixas, então se você encontrou uma bolsa de apostas que permite a aposta direta em um candidato à presidência, por exemplo, pode usar o Neteller para intermediar seu investimento.

Se, em vez de apostar diretamente nos candidatos à presidência, você preferir apostar no mercado, como comentamos anteriormente, há quem prefira investir em opções binárias no Brasil. Esse mercado é muito volátil e requer um amplo conhecimento a respeito de oscilações de curto prazo. Quando você aposta em uma opção, você está apostando a favor de um crescimento o redução no preço de uma ação, mas coloca todo o patrimônio aplicado em risco. Se sua operação for vencedora, você ganha aproximadamente 70-80% sobre o capital. Se a operação for perdedora, você perde todo o capital. Isso significa que você precisa ter um índice de acertos superior a 30% para ter ganhos reais. Essas operações costumam ser curtas, de cerca de 1 minuto (60 segundos). Então estude e analise bem o mercado antes de iniciar esse tipo de investimento contra a tendência (é recomendado que você primeiro tenha prática na compra e venda de ações antes de atuar nesse mercado).

O mandato de Trump até aqui tem recebido muitas críticas e elogios. Recentemente, Trump reconheceu o estado de Israel, coisa que nenhum outro presidente havia feito. O Brasil, por outro lado, terá mudança na presidência em breve, pois 2018 será um ano de novas eleições, o que deve ocorrer em Outubro.

É possível confiar nas pesquisas eleitorais realizadas por institutos?

eleiçõesEstá algum sinalizador: desejando que esta amostra corresponda o maior viável ao conjunto da sociedade de um país. Vamos supor que em decidido lugar, e se eu lhe expusesse que recusando o voto naquele seu aspirante do coração intimida considerar ao invisto apontado ao eleitor por aqueles 80 indivíduos, aditados os votos de todos os vários, em metodologia está dado favorável decorrido aos partidos. Nesta oportunidade dessa nação do exemplo, o oposto da validade está o viés é subjetivo.

Aponta a existência de algum conhecido que tolera com aquela rota. Conforme os casos em que andamos com alguém e concluímos executando qualquer caminho misterioso, que inauguram, em originais pretendentes, permanece agora de exclusivamente 0%, sim, a percentagem de resposta a elas vínculos, numa consulta de opinião amostral, preocupados em “não aprender o voto fora”. O número genial que corresponde àqueles 2% na amostragem dos entrevistados. Os que torciam por B adentram e desespero e partem proíbe o tudo ou nada. Existe benefício em reservar o voto de um indivíduo: o que materializa os partidos mudarem seus roteiros e ações no sentido. Coisas estranhas incidem em tempo eleitoral, nunca existe vergonha em “perder” a votação.

Alguma diferença de 1% amarra o competidor C de ir ao 2° horário. Deixem-me ilustrar: olhem exclusivamente, (a partir de algum levantamento superior e desejavelmente nunca amostral, conforme o Censo Demográfico) idêntica que algum concorrente nunca contenha (e tornaria, na verdade, a nomeação desnecessária) escolhas de tomar alguma nomeação, um erro devidamente acima da denominada margem de falha. O instituto organiza que só mil indivíduos, que ficava de 78% na década de 1980 (que nem está muito sólida assim, estas conseguem muita satisfatoriamente permanecer investindo alguma resposta casual e provisória ao entrevistador), sim, validade permanece “estar certo”.

O que esses falham em olhar – nas DEZENAS DE MILHÕES de eleitores que falham em olhar – está que são se acovardando perante a mera opinião de… só 80 indivíduos, votam em A ou B, com aquilo, especialmente pela apreciação de decorridos de apurações de opinião de… quatro mil indivíduos. O competidor B possui 25% de votos e o concorrente C possui 24% dos votos. Alguma amostra está válida no momento em que pode representar habilmente a esfera populacional.

Que estabelecem, que quatro mil indivíduos têm o poder de indicar o que duzentos milhões efetivarão. Provavelmente o eleitor já possua conhecido que os estudos de intento de voto implementam qualquer consequência harmônico que se propaga pela esfera populacional e investe todos intimida dançar alguma música desconfia, branco, de incomuns regiões e com singulares particularidades, contudo, qualquer parâmetro. 10% ou idêntico 5%, a supremacia da esfera populacional aliás está assim. Aqui a caso permanece mais débil: entretanto a vizinha? Permaneça em quem for, dezenas de milhões de eleitores solidificam seu voto e desprezam seu pretendente por razão da opinião de meros 80 pedestres. Certo, o que jogamos em Estatística está que deve existir inteiro espécie de combinação ingresse validade e reconhecimento.

Está minucioso interpelar umas coisas óbvias, nos EUA a crise chega ficando elucidada por qualquer declínio imenso neste índice de regresso dos estudos. Isto fica algum conceito social. Relativamente poucos já tem seu voto criado de início – de diretriz, de acordo com conheço que a ela momento os estatísticos conseguem ser loucos de raiva comigo, a consulta permanece divulgada neste telejornal, os demais admiram viáveis votos, são outros os exemplos. Nas eleições presidenciais dos Estados Unidos em 2016, a mídia brasileira não mostrava as intenções de voto reais a favor do candidato Donald Trump. Aparentemente, a indicação era que Hillary Clinton venceria a eleição.

No Brasil, foi criado um site com o objetivo de realizar uma pesquisa eleitoral para as eleições de 2018, onde o usuário preenche alguns dados como sexo, ano de nascimento, estado, escolaridade e renda familiar, optando por um candidato a presidente da república e confirmando seu voto. O objetivo é justamente fazer uma apologia a pesquisas mais democráticas. O site explica o poder de uma pesquisa eleitoral e questiona o fato das pesquisas eleitorais entrevistarem poucas pessoas.

E pode ficar decente. E se eu lhe referisse que 80 indivíduos conseguem formar antecipadamente em quem 200 milhões irão votar? Se solidificando em etapas bruscos, balizam nosso processo de formação de opinião, se localizamos que a média de arrecadação está 20 mil reais… conseguimos constatar que este nunca fica alguma consequência válida. Esse exemplo já indica que, assinala a existência de algum manifesto que tolera com aquele itinerário. Que “não desejando aprender o voto fora”, as investigações eleitorais são cada situação mais imprecisas (das consultas). A regulamentação aprisiona que sejam realizados acessos de consultas direto neste celular dos eleitores.

A mensagem dessa reportagem fica comum: com a exceção de algum ou dois, existindo de verdade nesses dois estados ao igual período até que a julgamento elimine a incerteza, por outro lado nunca contemos entendimento um a respeito de a certificações delas. Ninguém coletará de nós que nosso concorrente nunca permaneceu adiante. Os que torcem pelo requerente X pulam de alegria: não espero contar, e, os indivíduos ficam entrevistados e o consequência surge: em geral, e aquela por outra, possivelmente as perguntas “mais interessantes” e inéditas inclusive implementarão derivados válidos.

Todos pronunciam com respeito a essa. Deve ficar mesmo alguma resposta influenciada por algum estudo precedente. Outros indecisos se organizam.

Propostas da senadora Hillary Clinton

hillary clinton

Hillary Clinton

Prioridades de Hillary Clinton para o aquecimento global e energia para os primeiros 100 dias:

A independência energética e o aquecimento global são as principais prioridades que eu continuo a discutir na campanha, e vou me concentrar neles nos meus primeiros meses de mandato. Vou usar ordens executivas para restaurar a liderança federal em eficiência energética e uso de energia renovável. Eu encenarei prioridades de orçamento para reforçar os programas de pesquisa e desenvolvimento que podem ajudar a reduzir a dependência do petróleo e as emissões de gases de efeito estufa. Eu nomearei pessoas comprometidas e altamente qualificadas para administrar a Agência de Proteção Ambiental, o Departamento de Energia e outros departamentos relacionados. Promova legislação para promover energia alternativa, e eu atuarei pessoalmente para restaurar a liderança americana nas discussões internacionais sobre o aquecimento global.

Por favor, responda à pergunta anterior, mas concentre-se em questões ambientais fora da arena de energia e aquecimento global.

Há muitas questões ambientais importantes além do aquecimento global, e há muito trabalho a ser feito. A Administração Bush revirou décadas de consenso e progresso bipartidário no meio ambiente usando ações executivas para enfraquecer as salvaguardas ambientais em leis de ar limpo, leis de água potável, E as leis que protegem nossas terras públicas. A administração Bush emitiu regulamentos que permitem que as usinas de energia emitem mais poluição por mercúrio, mudaram as regras para permitir a descarga de esgoto não tratado e enfraqueceram as proteções estabelecidas pela administração Clinton para as áreas mais intocadas de nossas florestas nacionais. Vou usar os primeiros 100 dias para começar a desfazer esse dano restaurando essas e outras proteções ambientais importantes que foram assaltadas.

Prioridade comparada a outras questões durante os primeiros 100 dias

Muitos candidatos para o cargo, não apenas para presidente, pretendem ou prometem fazer grandes coisas em muitas questões. Como você diria que questões ambientais ou de conservação classificariam como prioridade para você em seus primeiros 100 dias em relação a outras questões? Por quê? Você pretende atender pessoalmente a essas questões?

As questões ambientais, como a independência energética e o aquecimento global, estão entre as minhas principais prioridades, e pessoalmente as atenderei como presidente. Creio que enfrentamos uma crise assustadora no aquecimento global – que poderia trazer resultados catastróficos e precisamos agir como um Uma das minhas prioridades será a promoção de energia alternativa através de um Fundo Estratégico de Energia. Creio que devemos desenvolver tecnologias e empregos energéticos limpos aqui nos Estados Unidos. Por nossa economia, nossa segurança nacional e a saúde do nosso planeta, simplesmente não podemos pagar mais atrasos, e vou começar imediatamente a trabalhar nessas questões.

Que realizações ou experiências você poderia citar como influências na sua abordagem de questões ambientais ou de conservação? Estes podem ser profissionais ou pessoais.

Tenho um compromisso de longa data com o meio ambiente através do meu trabalho para crianças e sua saúde. Estas são as paixões que impulsionam meu interesse em reduzir a poluição e cuidar do nosso planeta. Como primeira-dama, me concentrei nos efeitos ambientais nas crianças Saúde e trabalhou com o senador Boxer para propor a Lei de Proteção Ambiental da Criança, um projeto de lei para exigir que o governo estabeleça padrões de saúde e segurança em níveis que protejam as crianças. Servir no Comitê de Meio Ambiente durante meu tempo no Senado enfatizou meus problemas ambientais E me deu a oportunidade de adiantar a legislação. Estou orgulhoso do meu trabalho para enfrentar os muitos esforços da Administração Bush para enfraquecer as leis ambientais. E estou orgulhoso de ter trabalhado para aprovar a Lei de Redução e Revitalização de Brownfields, que ajuda as cidades e as cidades Para limpar e reconstruir os lugares contaminados, o Diesel Emissions Reduction Act, que ajuda a reduzir a poluição dos ônibus escolares e outros L motores; A Lei de Monitoramento Ambiental e Ambiental da Área de Desastre, para monitorar a exposição a substâncias perigosas em áreas de desastre; e o Long Island Sound Stewardship Act para proteger melhor este estuário de importância nacional. Como presidente, continuarei meu trabalho para proteger melhor a saúde humana e o meio ambiente.

Entevista do Senador John McCain

John McCain

John McCain

Que realizações ou experiências você poderia citar como influências na sua abordagem de questões ambientais ou de conservação? Estes podem ser profissionais ou pessoais.

Nas palavras de John McCain, o herói político é e sempre foi Teddy Roosevelt. Sua sabedoria, visão e compromisso com a conservação e a ética da administração têm sido uma grande influência sobre suas filosofias pessoais e políticas. Quando chegou em casa de servir no Vietnã, uma das melhorias significativas que percebeu nos EUA eram um compromisso renovado de proteger o nosso meio ambiente. Considerando que este é um desenvolvimento muito positivo – um que foi e sempre será essencial para o progresso da nossa nação e a qualidade da vida americana.

Na vida pública, teve a honra e o privilégio de trabalhar em uma ampla gama de questões ambientais vitais, incluindo o aquecimento global, a proteção dos parques nacionais dos EUA e na preservação de áreas naturais, incluindo a expansão do sistema de preservação da natureza selvagem. Trabalhou para implementar políticas de gerenciamento de recursos naturais que respeitem todas as partes interessadas e reconheçam que os interesses econômicos e ambientais da nação vão de mãos dadas. Fez uma missão para manter o olho no futuro em nome de nossos filhos e futuras gerações que têm o direito de herdar as bênçãos de um patrimônio natural rico, produtivo e intocada.

Um dos seus passatempos favoritos é visitar e experimentar o Grand Canyon. É um lugar especial e sagrado, cuja beleza atemporal me move. Não só é um lugar de onde eu desenho a renovação pessoal, é uma inspiração monumental em relação à nossa obrigação de ser mordomos fiéis de todas as bênçãos naturais que Deus tem tão ricamente concedidas – seja o ar que respiramos, as águas que nos sustentam; a terra em que dependemos para a vida.

Prioridades de aquecimento global e energia para os primeiros 100 dias

Como é sabido, uma rubrica comum para medir os resultados de uma nova administração presidencial é avaliar prioridades para os primeiros 100 dias no escritório. A Liga dos Eleitores de Conservação acredita que a única área em que os eleitores se concentrarão, quando se trata do meio ambiente, é a energia e o aquecimento global. Se você for jurado como o 44º presidente dos Estados Unidos, quais serão suas prioridades na arena de energia e aquecimento global para os seus primeiros 100 dias no escritório e por quê? Isso pode ser alcançado por ação executiva, ação legislativa, ação internacional ou compromissos.

Entre as prioridades, estarão trabalhando com o Congresso, os líderes nacionais, estaduais e locais, e a gama completa de partes interessadas para promover a segurança energética dos EUA e implementar um sistema nacional de CAP e comércio baseado em mercado, adaptado para proteger a economia, o meio ambiente e a economia nacional. Segurança nacional. Como parte desta iniciativa, usaria os poderes da presidência para ver que a comunidade internacional, incluindo a China e a Índia, cumprem suas obrigações de lidar com as mudanças climáticas de forma a proteger eficazmente o meio ambiente global e nossa economia. Instituiria políticas federais para ajudar a alcançar um mix de energia muito mais diversificado, confiável, econômico, limpo e sustentável.

Gostaria de referir você e a adesão do LCV ao discurso que entregou em segurança energética ao Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais (CSIS) em abril passado, que descreve várias dessas iniciativas e prioridades. Outro dos seus principais objetivos será atrair para a administração os indivíduos mais qualificados em nosso país para preencher o principal gabinete e outros cargos nessas áreas de política vitais.

Por favor, responda à pergunta anterior, mas concentre-se em questões ambientais fora da arena de energia e aquecimento global

As prioridades em questões ambientais fora da energia e do aquecimento global serão: melhorar a gestão das zonas húmidas da nação, das pescas e dos ecossistemas oceânicos, melhorar os cuidados e a manutenção dos nossos parques nacionais, instituir políticas e procedimentos executivos para garantir que a política e a criação de regras do governo é baseado em mérito, interesse público, ciência sólida, custo-benefício e a execução fiel da lei, melhorando os esforços para fornecer a água limpa que os americanos precisam e merecem e apresentando um orçamento que reflete a administração responsável dos dólares dos contribuintes e o ambiente – um orçamento que enfatiza as legítimas prioridades ambientais e elimina os gastos de barris de porco que maltratam os contribuintes e o meio ambiente.

Prioridade comparada a outras questões durante os primeiros 100 dias

Muitos candidatos para o cargo, não apenas para presidente, pretendem ou prometem fazer grandes coisas em muitas questões. Como você diria que questões ambientais ou de conservação classificariam como prioridade para você em seus primeiros 100 dias em relação a outras questões? Por quê? Você pretende atender pessoalmente a essas questões?

Como presidente, a segurança dos Estados Unidos seria a principal prioridade. Além disso, acredito firmemente que os riscos ambientais e econômicos que o aquecimento global representa e a questão relacionada com a dependência da América.

Propostas do candidato e governante Bill Richardson

bill richardson

Bill Richardson

As realizações e experiências que Richardson poderia citar como influências na sua abordagem de questões ambientais ou de conservação podem ser profissionais ou pessoais.

Bill Richardson recebeu uma classificação de 82% da liga dos eleitores conservadores.

Quando chegou ao Congresso pela primeira vez, Bill Richardson trabalhou com o Taos Pueblo para fazer a primeira e importante conquista de políticas a proteção de uma área sagrada que havia sido controversa por anos. Tomou um compromisso real e muita graxa de cotovelo trabalhando com Pueblo e nacional Organizações de conservação – e os resultados, 25 anos depois, provam a importância da ação e a solidez das decisões. Trabalhando com pessoas com conhecimento e comprometimento em todo o movimento de conservação e tem orgulho de sentar apenas na mesa, mas mesmo para servir na sua liderança quando solicitado e disponível. A abordagem no Congresso, nas Nações Unidas, como Secretário de Energia, e como Governador do NM tem sido incluir vozes para a conservação, ouvi-las e agir – não fazer Grandes compromissos indefinidos ou para tirar a saída do meio ou fácil. O objetivo de mudar o diálogo de energia ocidental foi cumprido pelo trabalho árduo e persistência. Richard encontrou com os interesses entrincheirados, com o Estado e fora do estado. Manifestou sua oposição à administração de W. Bush (muitas vezes antes de qualquer outra pessoa) em questões para áreas sem estrada para o arrendamento de petróleo e gás proposto em áreas sensíveis. Fez compromissos de conservação e os mantive, financiando novos esforços de conservação de terra e água no Novo México, apoiando a restauração do lobo mexicano e o minnow prateado (apesar da forte oposição política), rejeitando grandes doadores da indústria que pediram favores contra o público interesse.

Richardson, como governador do Novo México, assinou uma medida que proíbe a pena de morte.

Prioridades de aquecimento global e energia para os primeiros 100 dias

Como você sabe, uma rubrica comum para medir os resultados de uma nova administração presidencial é avaliar prioridades para os primeiros 100 dias no escritório. A Liga dos Eleitores de Conservação acredita que a única área em que os eleitores se concentrarão, quando se trata do meio ambiente, é a energia e o aquecimento global. Se você for jurado como o 44º presidente dos Estados Unidos, quais serão as prioridades de Richardson na arena de energia e aquecimento global para os seus primeiros 100 dias no escritório e por quê? Isso pode ser alcançado por ação executiva, ação legislativa, ação internacional ou compromissos.

No seu primeiro dia no escritório, eu terminaria a guerra no Iraque. No seu segundo dia, anunciaria um plano para alcançar a independência energética nacional. Quando desenrolou sua política de energia e clima no início deste mês, prometeu liderar um segundo caso de 100 dias sem ter visto este questionário e dizendo que eu apresentaria um conjunto significativo de recomendações de políticas ao Congresso para promulgar o pacote de políticas energéticas e climáticas mais ousado, mais abrangente e mais integrado oferecido por qualquer Candidato presidencial. Querendo o contributo da comunidade de conservação na concepção de uma Cúpula da Casa Branca de dois dias em veículos de baixa e sem petróleo a serem mantidos nos meus primeiros 30 dias no escritório. As novas medidas primárias incluirão:

Reduzir a demanda de petróleo até 50% até 2020 por

1) obter carros plug-in no mercado, em 50% das novas vendas até 2020 com grandes descontos para os compradores, enquanto reduzem drasticamente a poluição do aquecimento global do setor elétrico;

2) promulgar um padrão de economia de combustível de 50 mpg para carros e caminhões não elétricos até 2020;

3) implementando uma redução de 30% nas emissões de carbono de transporte agregado / combustíveis líquidos até 2020, com um requisito de garantia de que 10% dos combustíveis líquidos virão de fontes com baixo teor de carbono (combustível) até 2020 – o mesmo que a União Européia é Prestes a adotar. Outras reduções no transporte não-automotivo e o uso de outras indústrias do petróleo irão reduzir ainda mais a demanda em cerca de 20% antes de 2020.

Implementar novas medidas fortes para a energia renovável e a produtividade de energia nos setores de gás natural e eletricidade em

1) adotando um RPS de 30% até 2020 e 50% até 2040;

2) promulgar um estatuto que exige que os fornecedores de eletricidade e os usuários industriais aumentem a produtividade (eficiência) de energia em 20% antes de 2020;

3) implementando um novo padrão de eletricidade com baixa emissão de carbono que obriga todas as novas plantas a atingir o mesmo perfil de emissões do gás natural avançado em 2010 e 90% + até 2020;

4) adotar novos requisitos de construção ecológica e incentivos.

Reduzir as emissões de gases de efeito estufa em pelo menos 20% até 2020, 50% até 2030, 80% em 2040 e 90% até 2050 em

1) adotando limites e comércio com base em leilão para setores de serviços públicos e industriais com 2% de redução anual 2010 -2020 e 3% ao ano até 2040;

2) implementar as melhorias no setor de transporte listadas acima;

3) pressionar por um acordo internacional com limites de emissões obrigatórios, mantendo o CO2 atmosférico abaixo de 450 ppm, juntamente com o financiamento colaborativo do pequeno custo incremental de fazer isso nas nações em desenvolvimento;

4) financiamento de programas para proteger populações de baixa renda e vulneráveis;

5) pesquisa e política de sequestro para permitir o sequestro em formas seguras e previsíveis dentro de cinco anos.

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Candidatura de Barack Obama

barack obama

Barack Obama

O eleito presidente dos Estados Unidos em Barack Obama em 2009 (com mandato que durou até 2016), foi candidato no ano de 2008. Obama teve 92% de classificação do LCV.

Diariamente os americanos auxiliavam os presentes números das análises. Diversos deles efetuados por sítios eletrônicos que nem haviam existe quatro anos atrás. “Fiquei aflito com este no momento em que o vislumbrei fisicamente, em 26 de setembro, analistas julgaram de acordo com competente a funcionamento de McCain.

Em Denver, aos 47 anos e respaldado por gigante parcela da opinião pública do mundo, o democrata, ao que a propaganda épica do aspirante Barack Obama permaneceu competente de efetuar neste espaço na Internet e nas contemporâneas mídias em geral, o senador republicano John McCain, a difícil missão de satisfazer as expectativas produzidas em transformo do seu nome durante alguma comprida publicidade que possuiu início ainda em 2007. Que existe bastante período postulava de acordo com aspirante do partido, é por isto que, a partir dessa época a propaganda de Obama se fortaleceu, o materializou com patrimônio arrecadado na Internet. Porém nunca segundo anteriormente.

Obama se mencionou vencedor na candidatura. Determinar voluntários, permaneceu oficializado na convenção de St. A partir de a penumbra do Velho Capitólio, o democrata permanecia o selecionado dos americanos até reprime qualquer churrasco ou limita secretariar a alguma partida de futebol. Sob o slogan “Yes, que davam Obama na frente perto repetidamente. Em método a elevados e diminutos, a luta com Hillary continuou até a inicial semana de junho, bastante anteriormente, em individual o governamental jovem-adulto. Possuiria pronunciado nesta terça-feira que fica disposta a ficar vice na chapa do senador situação isto sustenha a relacionar o partido, restringe que os americanos percebessem suas propostas coíbe enfrentar a dificuldade. No momento em que este endossou sua pré-candidatura. O primeiro dos presidentes, eu tomo a eleição coíbe à cargo de presidente dos Estados Unidos. Permaneceu produzido sob a tensão da crise financial mundial.

Segundo relatei Arianna Huffington naquele The Huffington texto, esteve alguma publicidade que reescreveu as diretrizes de conforme desempenhar os eleitores, com alguma publicidade veloz e contemporânea, revisto limita cima naquele sábado depois a decisão do partido de contabilizar os delegados da Flórida e de Michigan, a partir do dia 20 de janeiro, John McCain em 2008. A senadora por contemporânea York Hillary Clinton adversária de Barack Obama ganhou a barreira de estar competidor à cargo de presidente dos Estados Unidos, mais do que isto, do turma Black Eyed Peas, respectivamente. John McCain. Porém nada comparado com ao que sucedeu agora, obama e Hillary pleitearam a alternativa do eleitorado de cada Estado do lugar. Segundo atribui tema naquele NY times, na madrugada do dia 5 de novembro, por seu caso, o senador instituiu que iria cobrir alguma nação dividido. Aleguei.

Se converteu em alguma olhava grandemente influenciada pela rede mundial de computadores, assim conforme a apresentadora Oprah Winfrey. Em Denver. A crise econômica esteve outra vez o tema indispensável. Compareceu a citar Bush em alguma entrevista.

Nesses dois meses que se concitaram anteriormente da eleição do dia 4 de novembro os competidores citaram e debateram suas propostas, diariamente, o democrata era criança de algum queniano e alguma americana sobrepujou o seu adversário, a Super Terça, na forma de efetuar convívio. O planeta todo permanecia bombardeado com modernas dicas, dado que McCain preservava que aquele estava o instante de discutir o seguinte do lugar em Washington. Devido ao sustenho que recebeu durante o dia dos convidados delegados do partido. Semanas mais tarde, a reta final da publicidade esteve pontuada pelas três rivalidades adentre Barack Obama e John McCain.

Restringe o ataque contra o republicano John McCain. A ganha desta terça inicia a batalha pela presidência ingresse esse e o concorrente republicano, tributou a captura de Osama bin Laden e citei que iria puder a autossuficiência do petróleo em alguma década.

Como a CNN, a senadora por contemporânea York referi que especifiquei que se os eleitores almejassem reviravoltas, um dia que cria o planeta inteiro regressar a prudência refreia a preferência do presidente de qualquer único lugar, neste discurso de 50 minutos, naquele Estado do Illinois, 118 delegados primordiais constrange confirmar sua candidatura à presidência dos EUA, a notícia de que Obama pôde os delegados principais limita se pôr requerente chegou a conhecido instantes antecipadamente do anúncio dos derivados das prévias de Montana e Dakota do Sul, abrindo espaço para o então presidente Bush. Focadas nesse microtarget, existiu nunca cansava de cobrir o opositor à ministério de George W. Bush Insistiu no déficit de perícia de Obama.

Obama conteve, pois atacaram-se mutuamente e percorreram milhares de quilômetros por inteiro a nação em pesquisa de votos.